1 de mai. de 2013

Matou fazendeira e pegou 21 anos de reclusão em regime fechado


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Alessandro ficou de cabeça baixa durante todo o julgamento
O tribunal do Júri da comarca do Município de Camacã, condenou a 21 anos de prisão em regime fechado, o vaqueiro Alessandro Santos da Silva, pela morte de sua companheira Gildalva Quinto Leandro, 49 anos, por volta das 19:oohs, do dia 30 de outubro de 2008. O conselho de detença reconheceu de acordo com o termo de votação aberta,que o acusado, praticou crime qualificado,utilizando de meio cruel para elucidar a vítima.
Durante todo o julgamento, o advogado de defesa Antônio Rosa, usou todo seu conhecimento jurídico, e até introduziu pensamentos de pessoas importantes da literatura brasileira, trocou farpas com a promotoria pública, afim de impressionar os sete jurados, mas a condenação do réu foi inevitável. Na oportunidade, a defesa ainda tentou desqualificar as testemunhas ,mas nem assim os argumentos foram necessários para convencer os jurados. O tribunal do júri esteve lotado durante todo o percurso do julgamento. Algumas faixas e cartazes foram colocados na avenida dos Pioneiros, e entrada do Fórum Desembargador Antônio Carlos Souto, pedindo a condenação do acusado.
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De acordo com as provas documentadas nos autos, abordadas por testemunhas, no dia do crime, Alessandro  discutiu com a vítima no distrito de Leoventura á bordo do veículo. Segundo apontam peças dos documentos, em um momento da briga de Alessandro com Gildalva, ele chegou puxar o cabelo e bater com a cabeça da vítima no volante do veículo. A vítima teria sido atacada com vários golpes de facão e taca de bater em burro, desferidos pelo acusado.
Segundo informações ainda constantes dos autos, era a vítima quem conduzia o veículo, quando este começou fazer zig-zag na na BR-101, próximo ao Posto Mangueira.Informações dão conta que o acusado chegou, bater frontalmente em um caminhão, ocasionando um grave acidente e assim ele deixou transparecer que a morte da vítima foi por causa do acidente, que culminou com a batida do veículo que o casal estava com o caminhão. O Júri foi presidido pela Juíza criminal Emanuele Vita Leite Armede, a acusação ficou por conta da do promotor de justiça João Batista Madeiro Neto, a defesa ficou a cardo do advogado itabunense Antônio Rosa, e a assistência de acusação foi impetrada pelo Dr. Leonardo Cavalcante.
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