20 de jan. de 2016

Canavieiras: Biblioteca Municipal Afrânio Peixoto organiza acervo e amplia a quantidade de leitores


A Biblioteca Municipal Afrânio Peixoto, em Canavieiras, encerrou o ano de 2015 com resultado altamente positivo. O acervo de empréstimo está quase completamente registrado e ordenado pelos nomes de família dos autores e nas estantes por ordem de prenomes, o que facilitar a busca dos usuários. A equipe da biblioteca está trabalhando apenas com a sala de empréstimo, por enquanto destinada a livros das mais diversas áreas do conhecimento: Ciências Contábeis, Ciências Exatas, Ciências Jurídicas, Ciências Sociais (Antropologia, Psicologia, Sociologia), Filosofia, Geografia, História, Linguística, Literatura Nacional, Literatura Estrangeira, Medicina, Religião/Teologia. O acervo desse setor é de aproximadamente 10 mil volumes. Esses livros, registrados dentro de sua área específica, vão gerar um caderno para consulta, de forma que os usuários irão ao acervo com a certeza de que o livro existe. Cerca de 1.100 pessoas, entre estudantes de todos os níveis, pesquisadores, leitores em geral e visitantes de diversas partes do Brasil visitaram a Biblioteca Municipal, no ano de 2015. Hoje, o autor de maior bagagem literária, entre os brasileiros, é o carioca Machado de Assis (1839-1908), com 100 volumes, seguido pelo maranhense Humberto de Campos (1886-1934), 88, e do baiano Jorge Amado (1912-2001), 50. Entre os estrangeiros, o português Eça de Queirós (1845-1900) lidera o ranking, com 83 volumes, seguido pelo francês Júlio Verne (1828-1905), 60, e pela “rainha do crime” britânica, Agatha Christie (1890-1976), com 48 volumes. Outros nomes consagrados também aparecem, tais como: os britânicos William Shakespeare (1564-1616) e W. Somerset Maugham (1874-1965), o russo Fiódor Dostoiewski (1821-1881), o espanhol Miguel de Cervantes (1547-1616), os franceses Alexandre Dumas (1824-1895) e Gustave Flaubert (1821-1880), o italiano Alberto Moravia (1907-1990) e os regionais como o canavieirense Adelmar Santos (1933-2008).
Explica, ainda, o diretor da Biblioteca Afrânio Peixoto, historiador Durval França Filho, que a cada dia amplia o número de leitores, formado por alunos das escolas das redes públicas e privada. Outro público constante é formado pelos pesquisadores acadêmicos regionais e de outros estados, que procuram o acervo histórico da Biblioteca. Para o professor Durval, Canavieiras tem uma história bastante rica, e como grande parte desse passado está registados nos livros e em outras publicações da época, a procura é contínua. Para ele, em plena era digital, as crianças que buscam a biblioteca também saem encantadas com os livros, principalmente os que possui bastante fotos e ilustrações, o que não deixa de ser uma curiosidade. “É só ler para crer”, conclui o professor Durval França.
 

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